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| quem somos |


foto de gabriel bratti

#pratodosverem #paracegover imagem com duas pessoas bordando juntas, andressa samantha integrante do coletivo, mulher de cabelo curto e óculos , junto à uma criança, bordam em um mesmo tecido que possui a imagem de um mapa. A menina, criança, segura o bastidor junto da mesma mulher, enquanto puxa a agulha com a linha. Estão sentadas sob um tapete de E.V.A. colorido. Fim da descrição.

O Coletivo Filomena nasceu em maio de 2015 e vem construindo seu corpo de integrantes desde então. Em agosto e setembro de 2015, o grupo ministrou oficinas como “Ponto e Linha” e “Pequena Grande Orquestra de Palavras” no Encontro de Professores do Município de São Paulo, organizado pelo grupo de pesquisa Arte e Formação de Educadores do Instituto de Artes da UNESP. Ao longo do mesmo ano, também participou de oficinas de bordado em parceria com a Guria q Produz, no Sesc Pinheiros, A Casa Tombada e, em 2016, no Sesc Pompéia.

De abril de 2015 a agosto de 2016, realizou ações e vivências dentro da ONG Centro de Acolhida Portal do Futuro, na qual a proposta era de construir espaços de conversa e partilha, registrando as histórias dessas pessoas em situação de vulnerabilidade social através do bordado. Em agosto, participou também da Virada Educação, realizando duas oficinas na Escola Estadual Caetano de Campos.


O Filomena participou do VAI de 2016 com o projeto “contra.ponto”, em parceria com o Coletivo Cromo. O projeto buscava propor uma reflexão metalinguística e transdisciplinar sobre o papel da arte e do artista na sociedade contemporânea. As ações propunham a pesquisa e a integração da comunidade no fazer artístico e a anulação do altar que separa artista e público. Esse projeto teve circulação, também, no Centro Cultural da Penha, CEU Perus, ETEC Parque da Juventude e A Casa Tombada.


Em 2017, lançou a publicação “contra.ponto”, n’A Casa Tombada, que teve idealização e produção artesanal em conjunto ao Selo Treme-Terra, encerrando o projeto. No mesmo ano, em outubro, realizou a oficina “Ponto e Linha”, para evento produzido pela empresa Gávea, representando o MASP.

Em 2019, o coletivo participou da programação do “festA! – Festival de Aprender”, no Sesc Pinheiros, com o bordado coletivo em mapas impressos para a partilha de memórias entre as pessoas participantes. Em março, organizou juntamente com o coletivo Ativismo ABC, uma roda de conversa-oficina sobre branquitude crítica, na já extinta Casa da Lagartixa Preta “Malagueña Salerosa”, em Santo André. A Casa, além de um centro cultural com biblioteca comunitária, estante de dádivas (trocas) e horta, foi um espaço de resistência e proposições acerca de educação libertária por 15 anos.

Em dezembro de 2019 participou com Alçando Estandartes, do ciclo de oficinas da programação paralela da exposição Anna Bella Geiger: Brasil Nativo/Brasil Alienígena, no SESC Paulista.

corpo coletivo


| andressa samanta |

Andressa está envolvida com práticas musicais desde 2013, tocando em bandas e orquestras sinfônicas, cantando em grupos de canto coral.
Trabalha com música e educação desde 2016 em coletivos e organizações sociais. Intérprete de Libras, volta-se para educação e arte que integrem pessoas sem e com deficiência, construindo relações em que se consiga experimentar e criar arte sem barreiras.
Atualmente, é graduanda em licenciatura de Música no Instituto de Artes da UNESP, e estuda trompa na Escola Municipal de Música de São Paulo.



| desiree helissa |

Desiree está envolvida com práticas de arte e educação desde 2012, trabalhando em diversas
instituições culturais e coletivos (Memorial da Inclusão, Bienais de São Paulo, exposições e oficinas em SESC’s). Enquanto mulher com deficiência, busca em sua prática refletir sobre os processos de inclusão com base no movimento social das pessoas com
deficiência. Tem como foco abordagens que facilitem a compreensão sobre as barreiras atitudinais junto às práticas de mediação e outras vivências, que envolvem o bordado, a arte e a educação, identidade, deslocamento e corpo.
Atualmente, atua no coletivo filomena, Yoga Libertária e como educadora no Espaço de Leitura do Parque da Água Branca.



| gil porto |

Gil, pessoa trans não binária, performer de rua, estuda movimentação das artes do corpo. Professor de História, busca ampliar a pesquisa de linguagens, estudando dança contemporânea e yoga. Em Porto Alegre, desenvolveu trabalhos de teatro com diversos grupos, especialmente com a Oficina de Ação Direta, da Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta Favela. Foi oficineiro de Teatro no Projeto Mais Educação e trabalhou em espaços de educação formal e não formal. Na música, trabalhou também projetos coletivos, que envolviam sua participação com voz, baixo e percussão. A partir de 2018, em São Paulo, iniciou um aprofundamento em estudos sobre infância, pedagogia libertária e questões de gêneros, e hoje atua como educador no Espaço de Leitura, no Parque da Água Branca.



| gabriel bratti |


Gabriel é formado em design editorial. Tem como prática a criação, desenvolvimento e produção de materiais de comunicação e arte. Trabalhando com edições de imagem e texto. Busca referências na literatura, quadrinhos e no campo do cinema. Desenvolve uma pesquisa pessoal na área da música, com foco em música brasileira e percussão, também integra o coletivo filomena, atuando na pré-produção de materiais, elaboração de conteúdos e registros.

| jade bittencourt |

Jade é poeta que escreve sobre os encontros e lesboafetivivade. Tem dois livros de poesia publicados "tinkuy" e "amares interrompidos", publicados pela Padê Editorial e Editora Letramento. É performer integrante do coletivo Pixote e realizou algumas ações no contexto socioeducativo junto ao grupo. Foi integrante do Nueepa (Núcleo de Estudo de Escrituras Performáticas Andinas) e mantém sua pesquisa nos temáticas do grupo, somada ao trabalho que desenvolve com memória e práticas tradutórias. Atualmente, cursa graduação de Letras - Espanhol na UFBA.

| rafael ribeiro |

Rafael, arte educador com um trabalho voltado para a fruição artística, principalmente na área da literatura e mobilidade social. Formação acadêmica em Letras e Pedagogia especializado em aplicação de oficinas educativas, roteiros pedagógicos, produção de resenhas e mediação de leitura.


| rao ni |

É uma pessoa transmasculina não binária, nasceu no Nordeste do Brasil. Sua formação é composta por laboratórios e cursos livres em arte contemporânea, design gráfico e produção audiovisual. Trabalha com desenho, montagem e direção de fotografia. Vive e trabalha em São Paulo.


| taís mathias |

Taís é bibliotecária que atua com gestão e desenvolvimento de coleções de acervo de literatura infantojuvenil. Também é educadora, pós-graduada pela FACON – Pólo a Casa Tombada no curso Livro para a infância, acumulando experiência na concepção de materiais educativos, exposições temáticas e formação de educadores da rede pública. Foi professora do curso técnico de Biblioteconomia no Centro Paula Souza. Atuou como coordenadora de acervo no Espaço de Leitura, desenvolvendo pesquisas e ações em uma perspectiva crítica da normatividade apresentada pela literatura infantojuvenil.

integraram o coletivo: 

| thamires gaspar |

Thamires é graduanda em Psicologia e busca aprofundar seus conhecimentos em psicologia social e neuropsicanálise. Tem formação em Artes Visuais, é voluntária no Centro de Valorização a Vida. 

Integrou  Coletivo Filomena de 2015 á 2017.


| caroline flores |

Caroline é formada em Artes Visuais pela Faculdade Santa Marcelina em 2014 e em Licenciatura em Artes Visuais também pela FASM em 2016. Participou do programa de Iniciação à Docência – PIBID realizado pela CAPES. Atuou como estagiária na programação de Artes Visuais do SESC Vila Mariana, em 2013 e 2014, e como educadora em oficinas e exposições que ocorreram neste período. Também integrou ações educativas dentro do Memorial da Inclusão. Desenvolve pesquisas em fotografia, aquarela, gravura. Atualmente, trabalha com educação infantil .

Integrou o coletivo de 2017 a 2019.



Foto de caroline flores



#pratodosverem #pracegover Imagem com foco em duas mãos que bordam caminhos coloridos, sob um mapa em preto e branco, com linhas finas de quarteirões e ruas. Uma das mãos puxa a linha e agulha no momento do registro.



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